Swimming Boy 3

 

Estória original Slash; imprópria para menores de 18 anos.

 

O seu comentário é extremamente importante, não deixe de fazê-lo!!!!  sasdellifics@yahoo.com.br ; www.sasdelli.cjb.net

 

Essa fanfic é continuação de Swimming Boy 1 e 2, necessário ler ambas para que possa compreender esta. Elas estão disponíveis e completas no site www.sasdelli.cjb.net

 

 

NA: Essa estória é 100% fictícia. Ela foi escrita com o propósito de evolução literária do autor e de divertimento de pessoas homossexuais e heterossexuais também. Encare apenas como uma interessante estória fictícia, pois é o que ela é, nada mais.

Lembro que se você não fica a vontade com o gênero slash ( cenas de sexo explícito homoeróticas ), pare por aqui. A decisão e a consciência são suas.

Se você se sente à vontade e que ler, desejo-te uma boa leitura e espero o seu comentário.

 

 

Importante: Em Swimming Boy 1 e 2 a narrativa era em primeira pessoa e do ponto de vista do personagem Breno. Swimming Boy 3 já varia nesse quesito, ora sendo em 1ª pessoa e ora sendo em 3ª, variando também os pontos de vista e narração.

Swimming Boy 3

 

Lucas Sasdelli
sasdellifics@yahoo.com.br


 

Capítulo 1 –  Como se fosse a última vez.

 

 

 

 

 

*flashback*

 

- Breno, eu te amo!

- Eu também te amo Viny!!! – Nos beijamos com volúpia.

- O que está acontecendo aqui??? – Um menino, loiro e com astutos olhos azuis, nos surpreendera. Ficamos petrificados e sem reação!!! O que será que iria acontecer???

 

* fim do flashback*

 

 

 

 

 - Éh. Não está acontecendo nada demais! – Tentei responder, mas o garoto nem me deu atenção. Sorriu e fechou a porta, murmurando um “fiquem a vontade”.

- Breno. Será que ele viu o nosso beijo???

- Espero que não Viny. – Por dentro eu sabia que aquele pentelho tinha visto tudo.. mas, eu preferia tentar esconder isso... de mim? Ou dele? – Passa lá em casa depois do almoço para conversarmos melhor?

- Pode deixar! – Ele me abraçou bem forte. – Vou resistir à tentação de te agarrar aqui mesmo, novamente, mas você não me escapa!!!

- Quem disse que eu quero escapar?

 

Não consegui almoçar. Cheguei em casa e deitei na cama... tentei racionalizar o que havia ocorrido, poderia ser perigoso! Aquele pentelho poderia dar com a língua nos dentes. Mas a imagem do Vinícius invadia a minha mente o tempo todo, atrapalhando o meu raciocínio, pois eu logo me perdia em mais um delicioso devaneio com ele. Lembrei do quanto a minha vida era vazia antes dele... ele mudou tudo!!! Durante a aula eu fico rindo a toa o tempo todo, para estranhamento dos meus colegas, mas nem ligo para mais ninguém, só tenho olhos para ele! Durmo sonhando em acordar para poder beijá-lo.... Criei também o estranho habito de, ao acordar, pegar uma sunga no meu guarda roupas e devanear sobre as nossas loucuras! Seria tão perfeito poder passar o tempo todo ao lado dele...

- Breno!

- Oi Viny. – Falei para ele que deixaria a porta aberta e que ele poderia entrar direto. Os meus pais estavam no trabalho, então ele não precisava se dar ao trabalho de bater na porta. – Sente-se aqui na cama, ao meu lado, precisamos conversar sobre aquele menino.

- Será que ele viu?

- Eu tenho certeza!!! – Olhei para o lado com medo de encará-lo – A pergunta é: será que ele irá nos prejudicar?

- Breninho. Olha aqui. – Virou o meu rosto e me encarou com firmeza. – Creio que ele não irá nos causar problemas, afinal o que ele ganharia com isso? – Ele posou a sua doce mão sob os meus lábios. – Mas se ele tiver alguma intenção maléfica eu lhe asseguro que estaremos juntos para enfrentarmos o que der e vier! Eu te amo Breno e não vai ser um pentelho qualquer que vai atrapalhar isso.

- Mas.. Viny.. eu estou com medo! Não quero te perder....

- Isso não vai acontecer!

 

Aquela sensação de insegurança da qual eu estava sentindo me fez desejá-lo como se fosse pela última vez. Abracei-o e comecei a acariciá-lo nas partes intimas....

 

- Ah Breninho.. adoro quando você faz isso. – Ele começou a lamber o meu pescoço e a mordiscar a minha orelha, enquanto eu, de forma alucinada, acariciava fortemente a intimidade dele... – Quero você dentro de mim como se fosse a última vez.

Estimulado pelas minhas palavras ele começou a me despir e  colocou-me de costas, lambendo, arranhando, beijando e causando arrepios na minha espinha, enquanto, ao mesmo tempo, passava suavemente o seu volume no meu traseiro, fazendo-me desejá-lo ainda mais!

- Breno.... – falou ao pé do meu ouvido, sussurrando e tocou de leve as minhas nádegas. – te amarei.. – abaixou totalmente  a minha calça. – como se ... – lambeu o meu pescoço e começou a pressionar o membro dele. – não houvesse amanhã. – e me penetrou!

Fui ao delírio! Escutar a voz sussurrante e insinuante dele ao meu ouvido, bem de leve.... sentir o corpo dele junto do meu e compartilhando o calor daquele amor comigo.... e senti-lo dentro de mim, tudo isso ao mesmo tempo...

Ele ia bem devagar, mas com precisão nas penetrações, me fazendo derreter a cada movimento do corpo dele que me deixa totalmente indefeso, sem reação e receptivo a tudo o que ele fizesse... Sentia-me mais submisso a cada investida dele.... a sensação era de imenso prazer.. o meu corpo arrepiava quando aquele objeto quente me preenchia completamente, fazendo-me revirar os olhos e a me arquear, instintivamente, para recebê-lo ainda mais fundo e forte.

Os movimentos dele aumentavam a cada segundo.. os nossos corpos, suados e grudados um ao outro, unidos não só pelo sexo mas pelo nosso amor e cumplicidade, já estavam no limite. Continuávamos de pé e ele penetrava em mim alucinadamente, dando-me um imensurável prazer e fazendo o meu corpo corresponder ao dele, arqueava e  “dançava” nele freneticamente, aumentando ainda mais a potência daquela forte relação. Urrávamos de prazer e gritávamos um ao nome do outro, querendo um entrar literalmente dentro do outro.... de repente senti que os movimentos dele foram diminuindo e ele me segurou ainda mais forte, entrando completamente em mim e me deixando louco, neste momento ele me preencheu com o seu sêmen...

Enfim deitamos, exaustos, na minha cama e passamos a tarde toda abraçados.


Sala de Originais / Capítulo 02