| Notas Iniciais: Este fan-fic é como uma continuação
do anime Gundam Wing, depois do término da série. Tudo será
um tanto fiel a verdadeira história, a não ser pelo acréscimo
de alguns personagens novos que eu mesma criei.
Gundam Wing S1
Capítulo 1: Primeira Impressão
Mais um dia estava se passando naquele planeta. Todos teriam de agradecer
por estarem mais um dia vivos, já que a cada dia a guerra que se
estendia lá fora piorava cada vez mais. Era quase que incontrolável.
Os White Frenzy estavam perdendo a batalha e sendo massacrados mais a cada
dia que se passava, e não demoraria muito para os inimigos começarem
a dominar e destruir as colônias e até a Terra, um por um.
- Mamãe... – uma voz de menina corta a paisagem desastrosa causada
pela guerra no espaço. – Por que quase todas as pessoas grandes
estão brigando?
A mãe, que tirava da grande mesa de jantar o prato e os talheres
a mais que a filha havia colocado ali, não respondeu.
- Por que está tirando as coisas do papai?! – a garotinha perguntou
rispidamente, com uma cara ofendida.
- Porque o papai vai demorar pra chegar, minha filha... Ele não
virá tão cedo, você sabe disso... – sua mãe
respondeu, sem entusiasmo.
A garotinha pegou o prato da mão de sua mãe, e alisou-o.
- Tá, mas... – a garotinha fingiu paciência. Era difícil
compreender o mundo. – Por que todos brigam tão feio assim, lá
fora?
- Por que isso faz parte do instinto de todos eles, minha filha...
– a voz aveluada da mãe daquela garotinha parou de falar, assim
que pousou a mão na cabeça da filha.
- Instinto... Este tal "Instinto", ele é mau? Ele faz maldades
nas mentes das pessoas?
- Às vezes, ele é mau, sim. Mas, deixa pra lá...
Você é uma criança, e tem uma vida longa pela frente.
– acariciou os cabelos castanhos da menina.
- Mas, o mundo dos adultos é tão incompreensível!
– a garotinha suspirou, abraçando o prato.
- Você não imagina como... – a mãe levantou-se,
tomou o prato de sua filha e caminhou até a cozinha, guardando as
coisas que precisava guardar.
- Você está trabalhando hoje em casa? O que aconteceu
com a Ritsuko? – a garotinha se referia à governanta da casa.
- A Ritsuko teve que ir visitar o marido porque ele estava um pouco
doente. Por isso, ela não pôde vir hoje...
Na verdade, o que acontecera era que o marido da governanta havia perdido
a vida na guerra que se estendia lá fora. A garotinha percebeu instantaneamente
aquele semblante da mãe e perguntou, secamente.
- Ele morreu, não é...? – a garotinha baixou a cabeça.
- O que você disse? – sua mãe surpreendeu-se com a pergunta
da filha.
- Eu perguntei se o marido da Ritsuko, aquele senhor, ele morreu...?
Silêncio por alguns instantes.
- Sim... – a mãe da jovenzinha cerrou os olhos. – Aquele senhor
foi brigar juntamente com o papai, mas não pôde concluir a
missão que lhe foi designada.
- A morte é muito ruim?... Ela é como o adeus?
- Por que tantas perguntas, minha filha? Estou ficando assustada...
– a mãe parou um pouco.
- É que, eu quero compreender este mundo... Ou, pelo menos,
tentar compreendê-lo. Mesmo sendo tão difícil.
A mãe então, falou num sussurro ao ouvido da filha.
- Não é tempo de aprender sobre isso... Tudo tem seu
tempo, e ainda não está na hora deste. Portanto, pare de
fazer perguntas, e viva em paz, por enquanto...
A garotinha olhou para a janela, e viu a lua refletida na janela da
grande mansão, e iluminando a paisagem já meio escura com
cálidos raios prateados.
- Eu só quero saber se... A morte machuca muito...
A mulher pensou um pouco no que a pequena havia perguntado, e resolveu
responder a pergunta de sua filha.
- Machuca sim... Não só machuca aquela pessoa, como também
todas as que estão à sua volta.
- Então... O papai tá machucado? – perguntou a menininha,
mudando de semblante para um preocupado, enquanto retirava a mão
da mãe de sua cabeça.
- Por que você pergunta algo desse tipo, minha filha? – a mãe
da garotinha congelou.
- É o papai que está deixando a mamãe triste dessa
forma?
- Não, não! Ele está muito bem... Nem sente mais
dor. – a mãe fingiu um sorriso.
- Mas o papai viajou pra brigar com os outros robôs daquele "homem
mau" que apareceu na TV, junto com os amigos dele, só que até
agora ele ainda não voltou!
A menininha fez uma cara inocente, que fez sua mãe se sentir
um tanto culpada por estar mentindo daquele jeito.
- Ele vai demorar muito para voltar, mamãe? É que...
Eu estou com muita saudade dele... – A garotinha sorriu, de uma maneira
gentil.
- Acho que vai... – a mãe fez uma cara de sonsa.
- É que... Eu estou com um pouco de medo de sentir a dor que
a mamãe sente... – os olhos da garotinha refletiam a bela lua cheia,
lá de fora.
- Eu não...
A mãe, não resistindo mais àquela conversa, começou
a chorar.
- Mizuno, querida... O papai ainda vai demorar um pouco mais.
A mãe abraçou a filha, que a abraçou também,
se comovendo com a tristeza da sua mãe.
- Por que está chorando mamãe? – a garotinha sussurrou,
não entendendo aquela situação, apesar de sentir que
estava envolvida em algum lugar.
- Você também está, não é...?
A mãe apenas abraçou-a mais forte.
- Por que mamãe está chorando? Foi porque eu te fiz esta
pergunta.
- Não é nada não... Já passou! – a mulher
tentou fingir alegria. – E então? Vamos dormir?
- Tá bom!
Mãe e filha subiam as escadas, alegres, quando de repente, a
menininha encantou-se com uma estranha forma que se podia ver pela janela.
- Mamãe, que luz... Que luz é aquela lá? – perguntou
a garotinha sorridente, apontando para fora, na qual se encontrava uma
luz branca parecendo um míssel, descendo em direção
para aquela rua.
- Abaixe-se, minha filha!! – a mãe atirou-se em cima da garotinha,
por reconhecer o que aquela luz significava.
Naquele momento, uma luz muito forte se alastrou por toda aquela área,
deixando tudo sem o menor vestígio de vida. O que acontecera ali
foi um ataque de um dos robôs inimigos, indicando o que se seguiria
a partir daquele tempo.
Eles haviam destruído quatro quarteirões inteiros com
aquela poderosa bomba, não deixando nenhum sobrevivente. Ou pelo
menos, era o que se pensava...
Ano de 218 depois das colônias.
Polícia Terrestre.
A paz reinava, em segredo, por todo o universo. Não se sabia
por quanto tempo conseguiriam abafar o caso da fuga de Draco Reed. E a
cada dia ficava mais difícil manter segredo. Era hora de ser tomada
uma providência.
- Yuy sensei!! – gritava um dos novatos policiais, do longe.
- Ah... – a jovem de cabelos castanhos acordou de seus pensamentos
dolorosos.
- Yuy sensei... – o novato buscava ar, devido às horas que passou
correndo tentando encontrar aquela jovem. – O senhor Osugi quer vê-la
imediatamente!
- O comandante? – perguntou a jovem, vidrando-se no assunto.
- Exatamente!
- Ele disse sobre o que era? Estou ocupada... – disse a jovem, tentando
disfarçar o que estava fazendo antes, colocando então, um
cartucho novo de balas no revólver.
- Não me pareceu que estava treinando, como sempre faz... –
disse o calouro, lembrando-se do que a jovem oficial estava fazendo naquele
instante.
- Caham... Fale logo!! – a jovem disfarçou.
- Bem, o chefe quer te ver, e disse que é importante. – o calouro
ficou com medo, diante da cara da jovem oficial.
- Mas, eu tenho outros planos...
- Ele não me disse o que era, mas me disse que interessaria
muito para você.
- Hum... – pensou.
- E então, Yuy sensei?
- Está certo!! Diga pra ele que já estou indo... Preciso
apenas, fazer uma coisinha rápida. – disse a jovem oficial, sorrindo.
- Só mais uma pergunta, Yuy sensei, apenas por curiosidade...
Poderia me responder a esta pergunta?
- Claro... – disse a jovem, dando um tiro certeiro no alvo que movia-se
numa velocidade razoável.
- No que estava pensando? – perguntou o calouro.
Silêncio momentâneo.
Ouvia-se apenas o barulho do vento.
- No passado... – disse ela, fechando os olhos. – Apenas no meu passado.
- No seu passado...?
Outro tiro de Yuy sensei, desta vez num alvo que se movia rapidamente.
- Vai ficar parado aí até quando? – gozou a jovem, sorrindo.
O calouro voltou a si, e corou levemente.
- Ok, mas não demore! – corria em direção a entrada,
tentando disfarçar seu rosto levemente vermelho.
- Certo! – a jovem oficial percebeu, mas não ligou.
Pouco depois, a jovem Yuy já estava em frente da porta do chefe
da polícia terrestre. Abriu-a com cuidado, e encontrou o senhor,
chefe da policia da Terra, já aguardando sua chegada.
- Bom dia senhor! – disse a jovem, com a tradicional mão na
testa.
- Oh, bom dia srta. Yuy. – cumprimentou amigavelmente, seu chefe. –
Pode se sentar aí... – indicou-lhe uma cadeira.
- Senhor, desculpe-me, mas serei direta com o comandante... Você
sabe que apenas uma coisa me interessa no momento!
O comandante sentou na cadeira, e olhou seriamente para Mizuno.
- Eu sei, minha criança... Mas, se você escutar tudo que
eu vou falar, tenho certeza que compreenderá o porque de eu ter
lhe chamado até aqui.
- Muito bem... – disse a jovem de cabelos castanhos, sentando-se e
tentando se acalmar.
- Bom, como você já deve saber, Draco Reed, o homem que
você mesma capturou há dois meses atrás com muito esforço,
escapou ontem da prisão aqui da Terra.
- Já tenho consciência disso senhor.
- Esta é sua motivação, não é? Quer
capturar novamente Draco Reed, estou certo? – perguntou o chefe, fitando
a jovem.
- Sim senhor... Eu quero pegá-lo novamente. Estou farta dos
problemas que aquele homem arranja!
- Mas, não é só por causa disso, não?
Silêncio.
- Tem razão... – disse a oficial, cortando o silencio daquela
sala escura. – Há outro motivo, em especial e pessoal, por que quero
pegar aquele homem.
- Está buscando sua vingança?
- Também não sei se é exatamente isso, mas sinto
que é quase isso, sim... – disse ela, abaixando a cabeça.
– Ele matou minha família, acabou com a minha vida normal de criança
e adolescente... Mas mesmo estando aqui, neste lugar maravilhoso, eu ainda
sinto raiva dele...
- Eu entendo você... Foi por isso que te chamei para vir aqui.
– disse o homem, abrindo as cortinas pesadas, deixando os raios de sol
passarem e iluminarem tudo.
- Senhor...
- Draco Reed escapou em uma das máquinas do tempo que possuímos
guardadas por aqui. Foi para o ano de 198, de acordo com nossas pesquisas
mais recentes.
- Ele conseguiu escapar... Nas máquinas do tempo? – a jovem
oficial apavorou-se com tal revelação. – Impossível!
Ninguém nunca conseguiu passar pela segurança daquele lugar!
- Ainda não haviam contado isso para você, Yuy? – perguntou
o senhor, abismado.
- Ainda não... Vai ver que abafaram demais o caso, até
para mim.
- Pois bem, continuando a conversa, descobrimos mais tarde que os oficiais
que guardavam as máquinas do tempo eram subordinados de Reed, mas
infelizmente não pudemos capturá-los, porque eles também
fugiram, assim como outros dos vários seguidores de Reed.
- E o que acontecerá? – perguntou a jovem oficial, um tanto
assustada.
- Não sabemos exatamente o que eles querem... Mas, seja lá
o que for, não podemos deixar que eles arruínem o passado,
ou isso poderá trazer sérios danos para o futuro.
- E agora, o que faremos? Se ele tentar mudar o passado, para que este
fique à sua maneira, eu não quero nem pensar no que irá
acontecer com a humanidade...
- Eu sei perfeiamente que está com vontade de ir agora mesmo
capturar este sujeito, não é? – pergunta o chefe de polícia,
com um sorriso nos lábios.
- Acertou de novo, senhor! – a jovem oficial tentou passar calma para
seu semblante.
- Por isso, pelo simples motivo de querer ajudar na captura deste maníaco,
eu, Chefe da Polícia Terrestre concedo a você minha cara Mizuno
Brigth, Chefe do Comando Especial de White Frenzy da Policia Terrestre,
a honra de poder usar uma das máquinas do tempo e ir até
o ano de 198, para tentar colher informações sobre o paradeiro
de Draco Reed, e tentar capturá-lo. E então, minha cara,
aceita esta missão?
A jovem oficial encontrava-se perplexa.
- Senhor... Está me concedendo esta honra? – a jovem perguntou,
contentíssima.
- Sim senhorita!
- Mas é claro... Mas é claro que eu aceito!! – disse
ela, tão feliz que não conseguia nem falar direito.
- Então se apresse! Quanto mais cedo, melhor. – disse o chefe,
voltando a sorrir.
- Sim senhor! Muitíssimo obrigado senhor! – a jovem Yuy agradeceu,
colocando a mão na testa, com uma tradicional saudação.
Quando a jovem oficial ia sair da sala, agora iluminada, parou na porta
por instantes e virou-se para seu chefe, por lembrar-se de algo que seu
senhor havia dito.
- Senhor... Meu novo sobrenome, agora, é Brigth?
- Gostou deste seu novo sobrenome? É para não levantar
qualquer tipo de suspeitas. – explica o senhor.
- Sim senhor. Adorei!
Mizuno Bright retirou-se da sala, deixando o senhor sozinho com seus
pensamentos.
Ano de 198 depois das colônias.
Esconderijos do Doutor J.
Em uma bela tarde os engenheiros gundams ligaram para Heero mandando
ele reunir todos os pilotos gundams, Lady Une, Noin, Relena, Hilde e Doroty
porque eles tinham uma grande surpresa. Ele devia reunir todos no endereço
escrito. [1]
Heero logo pela manhã do dia seguinte ligou para todos e pediu
para que eles fossem para o local indicado.
Duo foi o primeiro a chegar (como sempre).
- Noooossaaaaaa!!! Não tem ninguém aqui?! Mais que povinho
preguiçoso devem estar dormindo. Bom, o jeito vai ser sentar aqui
e esperar.
Depois de esperar durante 20 minutos, os quais para ele pareciam
uma eternidade, chegam Quatre, Doroty, Relena, Noin, Lady Une, Sally, Wufei,
Hilde e Trowa. Todos se cumprimentam amigavelmente, e Relena pergunta:
- Onde está Heero? – fazendo uma cara preocupada.
- Ele ainda não chegou. – disse ele, levantando os ombros. –
Aquele mal-humorado chama a gente aqui nesse lugar sinistro e deve estar
dormindo.
- Não fala assim do Heero Duo, ele deve ter seus motivos. –
disse Quatre, inocentemente.
- É verdade... Mas porque será que ele nós chamou
com tanta urgência? – Trowa pensava, sem obter respostar satisfatórias.
- Talvez ele queira nos mostrar algo novo, como por exemplo, um Gundam.
– Noin colocou os dedos no queixo, e dez um sinal de que estava pensando.
- Talvez... – suspirou Relena.
Depois de dez minutos muito apreensivos de espera, Heero chega com
uma cara um tanto animada, em comparação com as outras, e
acompanhado pelos engenheiros Gundam.
- Esperaram muito? – perguntou Dr. J, mexendo em sentido horizontal
sua garra mecânica.
- Não acredito?! – exclama WuFei.
- Há então não é só o Heero que
é um super-homem, vocês também, essa é a única
explicação para ainda estarem vivos. – disse Duo, surpreendido
pelo fato dos velhos ainda estarem vivos depois de todos os problemas que
arranjaram.
- Heero você nos chamou até aqui para nos mostrar esses
idiotas vivos? – perguntou WuFei, rispidamente.
- Não, na verdade, foram eles que nos chamaram até aqui.
- Esperem aí! Eu não estou entendendo mais nada! – descabelou-se
Quatre.
- Vocês querem nós mostrar algum Gundam novo? – pergunta
Trowa, um pouco apreensivo.
- Não é bem um Gundam que nós queremos mostrar
à vocês, e sim... Se trata de uma pessoa muito inteligente
que comanda
robôs de todos os tipos, e ainda tem um robô melhor que
todos os Gundams juntos, e ela quer nos mostrar tudo que sabe e melhorar
os Gundams de vocês.
- Espera ai! você disse "ela", então essa pessoa é
uma mulher? – pergunta Duo, decepcionado.
- Sim... – responde Dr. J, divertindo-se com a cara de Duo.
- Ela quer nossa ajuda? – pergunta Trowa.
- Exatamente! – exclama o Dr. J.
- Eu não vou ajudar uma mulher fraca! – praguejou WuFei.
- Pelo visto ela deve ser uma velha gagá, cheia de celulite,
estria, gorda e feia! – Duo imaginou uma velha feia, cheia de defeitos
externos.
- Duo e Wufei... Vocês vão se arrepender do que estão
dizendo. – respondeu secamente o Doutor J.
- Por quê? – perguntaram as garotas, em coro.
- Porque, só seu nome descreve tudo que ela é [2]...
– responde o velho.
- Eu acho que o Duo está certo! – Hilde exclama, com uma voz
que demonstrava ciúmes.
- Ela pode até ser feia mas deve ser uma mulher extremamente
forte. – imaginou Sally.
- Bom, um nome que descreve tudo que ela é, certo Doutor J?
– Duo perguntou, pronto para uma brincadeira.
- Certo.
- Bom então esse nome deve ser "Dona Gordafeiosona" – disse
Duo, girando e colocando o dedo em cima da cabeça.
- Pára de fazer piadas sem graça, Duo! – irritou-se Heero.
- Nossa! Defendendo a dona gordafeiosona... Tá apaixonado por
ela, é?! – gozou Duo, deixando Heero irritado ainda mais.
- Não, seu retardado! Eu ainda nem a conheci, se você
não se lembra... Ela pode até ser feia, mas pelo que me parece
é mais forte e inteligente que todos nós juntos.
- O que você está dizendo é um absurdo. – protestou
WuFei.
- Não, não é não! – Doutor J meteu-se na
conversa dos jovens.
- Bom então qual é o nome dessa mulher misteriosa?! –
Trowa perguntou, não podendo disfarçar curiosidade.
- Ela vem de um lugar fantástico, mas é órfã...
Ela tem a idade de vocês, garotas.
- 16 anos? – Quatre pergunta, com voz inocente.
- Sim. Ela é policial, chefe na Unidade Especial do Comando
de White Frenzy. Mais detalhadamente, ela pilota um White Frenzy, que é
um robô super avançado. – explica o Doutor J. para a jovem
platéia.
- Mas que merda é essa de White Frenzy?! – Duo perguntava, quase
enlouquecido.
- Eu também não sei. – disse o doutor, baixando a vista.
- Bom, vocês só sabem o que ela passou para vocês,
certo? – perguntou Trowa, raciocinando um pouco.
- Sim. Ela tem amigos que trabalham na Ail Tail, que é uma organização
fantástica, apenas para os melhores do ramo policial... Ela fala
quase todas as línguas do mundo. Ela se formou em arqueologia, adora
máquinas de todos os tipos, e pilota qualquer tipo de robô.
Ela é a melhor em lutas com Medabots, ela é a melhor em
lutas com Bey Blades, e ela é a melhor em duelos com card games
chamados de Yugi-oh.
- Nossa!! Ela é boa mesmo! – espantou-se Quatre.
- E também adora jogar xadrez, gosta de filosofia, vídeo-game,
sabe quase todos os tipos de artes marciais e técnicas de luta,
tem a melhor mira, rapidez e agilidade do seu ramo, é uma jovem
cheia de qualidades, maneja armas de todos os tipos, é super famosa
em seu meio, atarefada, é a segunda pessoa mais importante do centro
policial onde trabalha, mas ela não gosta de guerras.
- Mas qual é o nome dela?! – Duo não se agüentava
mais de tanta curiosidade. Iria explodir se não soubesse quem era
aquela garota tão perfeita.
- Estão todos preparados? – disse o Doutor, fazendo mais suspense
na sala.
- Sim! – responderam todos, em coro.
De repente uma voz misteriosa fala:
- Mizuno Bright!
- Quem falou isso?! – perguntou Quatre, assustado.
- Eu, a quem o Duo me apelidou de gordafeiosona. Engraçado Duo,
eu adorei o seu senso de humor. – Mizuno disse, sorrindo amigavelmente.
- Sai do escuro para que possam te conhecer, e para que o Duo se arrependa
do que disse. – chamou o Doutor J.
- Não fique bravo com ele, Doutor J. – Mizuno acalmou o velho.
Enquanto disse isso, Mizuno saia do escuro para que todos pudessem
vê-la. Quando todos a viram, ficaram de bocas completamente abertas.
Mizuno era uma jovem de tamanho razoável para sua idade, mas
seu corpo era lindo e esbelto, nem parecia ser uma policial. Possuía
cabelos de cor castanhos escuros, e olhos azuis, que pareciam o leito de
um lago, e uma voz de seda. Tinha um rosto que parecia de porcelana, e
tanta beleza que nem parecia uma humana.
- "Um nome que descreve tudo que ela é"... Agora eu entendi!
– raciocinou Trowa.
- Nooossaaa!!! Meu Deus, como você é linda. Eu acho que
seu nome é pouco para tanta beleza! – Duo elogiava Mizuno.
- Obrigada, Duo! – Mizuno agradeceu, sorrindo lindamente.
- O Duo tem razão. Além de beleza, você tem uma
linda voz e um sorriso fascinante. – complementou Quatre.
- Obrigada pelos elogios... Mas é bom você ir parando
por aí, se não a Doroty vai ficar com ciúmes. – gozou
Mizuno.
- Duo, acho melhor você se desculpar com ela. – sugeriu Heero,
ao lembrar do apelido que Duo colocara em Mizuno, antes dela ter aparecido.
- Ah, é! Me desculpe por ter te chamado de gordafeiosona, Mizuno.
– desculpou-se Duo.
- Não precisava, mas, desculpas aceitas. – Mizuno sorriu.
Relena, ao ver que todos os rapazes estavam encantados com a moça,
inclusive Heero, perguntou rispidamente:
- Heero, você achou essa daí bonita?!
- Como todo mundo achou. – respondeu Heero, calmamente.
- Pois, eu não achei!!! – Relena estourava de ciúmes.
- Ih, já tava demorando! – Mizuno suspirou.
- Demorando o que, hem convencida?! – Relena gritou, e todos pararam
para escutar a briga.
- Calma, srta. Relena! Tava é demorando para aparecer alguém
com ciúmes, já que tem tantos rapazes bonitos aqui. – Mizuno
olhou a variedade.
- Além de convencida, fica dando em cima deles!! – Relena quase
pulou em cima de Mizuno.
- Deles ou do Heero, que você quer dizer?! – Mizuno sorriu, desafiadoramente.
- Aaii! Você é muito chata, garota! – Relena gritou.
- Srta. Relena! Agora já chega... Para com esse ciúme
bobo. – Lady Une tentou acalmar a jovem. – Mizuno, me desculpe pela falta
de educação da srta. Relena.
- Não se preocupe... Eu já estou acostumada. – respondeu
gentilmente Mizuno.
- Bom, mas o que você quer com a gente? – Trowa tentou voltar
ao assunto.
- É que eu achei que fosse melhor eu e vocês nos conhecermos
primeiro, porque vamos precisar trabalhar juntos. – disse Mizuno, de maneira
enigmática.
- Mas, para que precisamos dela? – WuFei descordou.
- Porque há uma guerra começando, e sozinhos vocês
não conseguiriam derrotar nem um robô inimigo. Bom, vocês
têm dois meses para se conhecerem bem. Nós vamos passando
os dados para vocês todos os dias. – explicou o Dr. J.
- Mais que guerra é essa? – perguntou Quatre, curioso.
- Creio que a Mizuno pode dar muitas respostas para vocês, não
é? – piscou o doutor.
- É, vamos trabalhar muito... – respondeu Mizuno, devolvendo
a piscada.
- Mizuno, você tem o mesmo tempo de dois meses para poder ensinar
a eles tudo que precisarem. – Doutor J. alertou a jovem, que não
ficou assustada.
- Eu sei, doutor. Vocês são mesmo muito espertos!
- Bom, então tchau! – despediu-se o doutor.
- Amanhã explicarei tudo para vocês, como conheci os engenheiros,
o que eu sou na Ail Tail e na policia, com o que trabalho e porque nós
precisamos lutar juntos. – disse Mizuno, seriamente. – Bom... Acho que,
depois deste dia longo, cada um pode ir para suas casas agora.
- Sim, mas como vai nos achar? – WuFei perguntou.
- Não importa como, eu acho! Mais mudando de assunto, qual é
o melhor hotel dessa cidade?
- Tá brincando!! Não tem nenhum hotel nessa cidade. –
Duo respondeu.
- Tá brincando?! – Mizuno desesperou-se.
- Ele está certo. – Quatre ajudou Duo a botar a idéia
na cabeça da jovem oficial.
- Bom, o jeito vai ser sair por aí e procurar! – suspirou Mizuno.
- Já está tarde, é perigoso você sair andando
por aí, sozinha. – Noin afirmou.
- Não se preocupe comigo, eu já sou bem grandinha, tá,
pra ter senso de perigo, e eu sou uma policial, se alguém se lembrar...
– Mizuno parecia ofendida. – E como você disse, já está
tarde, é melhor vocês irem para suas casas se não,
não vão chegar hoje em casa. Eu sei muito bem que vocês
moram em outras cidades.
- É mesmo... – lembrou-se Quatre.
- Então, tchau! – despediu-se Mizuno, pronta para sair.
- Mas é que... – Sally tentou argumentar.
- Já disse para não se preocuparem, tchau!
Todos vão embora, depois do dia cansativo. Mizuno pega suas
coisas, as arruma em seus braços, e vai embora. Quando sai pela
porta do local e vira para o lado, dá de cara com Heero.
- Oi Heero! Ainda não foi embora? Acho melhor você ir
logo, porque se a Relena descobre que você foi o último a
ir embora, ela me mata amanhã mesmo. – Mizuno brincou.
-O que a Sally queria dizer, era que eu moro nessa cidade. – Heero
foi direto.
- Ah, é?! Que bom que você ficou para me dizer isso, assim
fica mais fácil te achar amanhã... Valeu, então tchau!
Até amanhã e boa noite!
Mizuno sai andando, mas Heero a segura pelo braço.
- Não quero que entenda mal, mas é que é mesmo
muito perigoso uma garota bonita, indefesa e com dinheiro sair andando
por aí sozinha, e tenho certeza de que não vai encontrar
nenhum lugar para ficar. – Heero alertou.
- Já não disse para não se preocupar comigo...
Eu sou persistente, eu vou encontrar um lugar para ficar. – Mizuno disse,
já perdendo a paciência, mas ainda sim, educadamente.
- Por segurança, você pode ficar no meu apartamento o
tempo que precis
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}
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ar... Até encontrar um lugar para ficar.
- Ah, muito obrigada mais você não precisa se incomodar.
– Mizuno sorriu.
- Amanhã você procura um lugar para ficar e enquanto isso
você fica lá em casa... Vamos? – pergunta Heero, estendendo
a mão. Mizuno aceitou, e os dois descem.
Heero apontou para o seu carro.
- Tá, tudo bem, mas só hoje. Eu não quero incomodar.
– Mizuno disse, entrando no carro.
Ano de 198 depois das colônias.
Prédio Red Star.
- Chegamos! – exclama Heero.
- Nossa! É nesse prédio enorme que você mora?!
– admirou-se Mizuno.
- É sim.
Eles entraram, e passaram pelo porteiro, que por sinal, estava dormindo.
Entraram dentro do elevador.
- Em qual andar você mora? – Mizuno perguntou, ainda encantada
pelo magnífico prédio.
- No último.
- E quantos andares tem o prédio?
- Vinte e cinco andares. – Heero respondeu, confiante.
- Nossa! É grande mesmo... – suspirou a jovem.
- Chegamos.
Heero esperou Mizuno sair, e depois saiu. Eles caminharam pelo corredor
decorado, e Heero abriu a porta de marfim lindamente decorada com desenhos
em dourado de sua casa.
- Nossa! Que lindo, foi você que decorou?
- Foi... – Heero respondeu, meio sem jeito.
- Eu nunca iria imaginar que um piloto Gundam tinha um bom gosto e
um dom para decoração. – Mizuno disse, sorrindo lindamente
para o piloto.
- Obrigado... – corou ele, levemente. – Pode colocar as suas coisas
no sofá eu vou te mostrar o apartamento.
- Tá bem.
Heero mostrou que o lugar que eles estavam era a sala e na frente dela,
à direita tinha uma grande varanda e tinha uma maravilhosa vista.
Ele mostrou que a lado à esquerda da sala ficava um bar, depois
mostrou a cozinha que era muito grande, bonita e limpa. Mostrou três
quartos vazios muito grandes, depois mostrou sua biblioteca onde passava
a maior parte do seu tempo, depois mostrou a sala de televisão,
depois a sala de jogos em que antes era também um quarto vazio e
só virou uma sala de jogos porque foi o Duo que montou. Os três
quartos vazios eram suítes. Mostrou os outros 3 banheiros e por
fim mostrou o maior quarto com o maior banheiro: O seu quarto.
Nele havia uma enorme cama de casal e muitas outras coisas. Era um
quarto muito bonito.
- Pegue suas coisas e traga para cá, você vai dormir aqui
e pode tomar banho no banheiro daqui. – disse Heero.
- Eu não posso... Este é o seu quarto. – Mizuno disse,
sorrindo.
- Tem razão, e então eu decido o que fazer com ele! Por
isso você pode dormir aqui. – Heero ordenou.
- Está certo, mas onde você vai dormir? – Mizuno perguntou,
preocupada.
- Na sala... E se você estiver com fome pode ir na cozinha e
preparar o que quiser, pode ficar à vontade, eu não faço
nada porque eu não sei cozinhar muito bem.
- Tá ok. – Mizuno sorriu.
Mizuno saiu do quarto de Heero e foi para a sala pegar suas coisas.
Enquanto isso, Heero pegava dentro do seu guarda-roupas sua roupa de dormir,
um travesseiro e um edredom.
Mizuno foi para o quarto de Heero, e ele saia do quarto. Mizuno parou
ele no corredor, e disse:
- Muito Obrigada.
- Não precisa agradecer.
Depois disso saiu. Os dois foram tomar banho. Heero sempre era rápido
quando tomava banho, nunca usava as banheiras de sua casa. Mizuno quase
sempre demorava nos banhos, e como Heero disse para ela ficar à
vontade, ela tomou banho de banheira.
Heero foi dormir no sofá, e Mizuno na cama de Heero.
- Que cama gostosa e cheirosa... Será que esse cheiro é
do Heero? Nossa, e ele foi o primeiro garoto bonito a me trazer
para sua casa e não tentar transar comigo... Eu já estava
achando que ia ter que dar porrada essa noite. Não... Mamãe
sempre me disse para ser educada com visitas e estranhos, mas ele não
é estranho pra mim... Pelo contrário, ele é...
Mizuno virou-se para o lado direito, e pensou.
"Não, não... Eu nunca me envolveria com ele, ele apenas
é o meu amigo, e olha lá... Não poderia amá-lo,
mesmo se quisesse fazer isso. Seria como um auto-suicídio!"
Enquanto isso, na sala, Heero também pensava.
"Essa foi a primeira garota que eu conheci que é divertida,
tem um sorriso maravilhoso, uma voz muito bonita e calmante... É,
ela não é irritante como a Relena. "
Heero parou de pensar, e falou em voz alta.
- Mas o que eu estou dizendo? Você nem sabe o que sente pela
Relena, e nem mais pela Mizuno...! Acho melhor eu para de pensar e ir dormir.
Mizuno parou de falar e pensar em Heero e foi dormir. Ela dormiu a
noite toda sem acordar nenhuma vez. Já Heero não conseguiu
dormir direito, pois só pensava em Relena e em Mizuno.
Ele toda hora levantava, e ia até a cozinha e pegava um copo
de água e ia para a varanda...
Foi assim a noite toda.
No dia seguinte, Mizuno acordou bem cedo e por incrível que parece,
Heero, que sempre acordava cedo, ainda estava dormindo. Mizuno tomou banho,
trocou de roupa e tomou a liberdade de ir até a cozinha, para preparar
o café da manhã.
- Nossa! O Heero é bem organizado... Acho que ele não
vai se importar se eu fizer o café da manhã. – Mizuno pensou.
Heero, na sala, acordou de um salto do sofá.
- Que horas são?! – pergunta ele, assustado.
Ele olhou no relógio da sala.
- Nossa, já são 9 horas. – ele pensava.
Heero foi para a cozinha, colocar o copo de água no lugar. Ao
chegar até a cozinha, deu de cara com Mizuno, que havia preparado
um café da manhã de primeira.
- Bom dia Heero! – cumprimentou Mizuno.
- Bom dia. Nossa... Você me superou. – suspirou Heero.
- Te superei em que? – uma Mizuno curiosa perguntou.
- Eu sempre acordo primeiro que todo mundo...
- Ah! – Mizuno sorriu.
- Que mesa de café! Nossa... Tudo me parece bem gostoso. Foi
você que fez? – Heero perguntou, faminto.
- Foi...
- Bom, eu vou tomar banho e trocar de roupa, ok? – perguntou Heero.
- Tá!
Heero foi tomar banho, enquanto Mizuno terminava de fazer o café.
Depois de um tempo, Heero aparece para saborear aquela deliciosa e farta
mesa.
- Oi! Já podemos comer? – Heero estava ancioso.
- Já... – Mizuno afirmou.
Os dois sentaram e começaram a comer.
- Nossa! Você cozinha muito bem. Adorei tudo isso daqui! – Heero
elogiou.
- Obrigada! – ao mesmo tempo ela responde com um lindo sorriso, que
deixa Heero um pouco encabulado.
- Eu acho que esse é o primeiro café da manhã
que eu como que é muito bem feito, e que é gostoso.
- Muito obrigada!
Heero estava encantado com a beleza e simpatia de Mizuno. Mas ele ainda
queria saber muito a respeito dela. Sobre seu passado, quem ela realmente
era, o que sabia sobre guerras, que robô ela tinha e o que ele fazia,
que o fazia ser melhor que todos os Gundams juntos e, principalmente, o
quanto ela era forte para que os engenheiros Gundams a chamassem.
- Obrigado pelo café da manhã. – Heero agradeceu.
- Não tem que agradecer. – Mizuno respondeu com um sorriso.
– Faço isso por prazer.
Heero foi para o banheiro escovar seus dentes, enquanto Mizuno tirava
o café da manhã da mesa. Logo em seguida, Mizuno foi escovar
seus dentes. Heero foi para a sua biblioteca e Mizuno também foi.
Depois de algum tempo lendo livros interessantes, Heero fala para Mizuno,
que também estava concentrada num livro denominado "A Dor do Coração",
com uma intensa filosofia, matéria a qual Heero percebeu que Mizuno
dedicava-se mesmo.
- Vou ver se tem alguma mensagem do Dr. J...
- Tá ok. – Mizuno fala, tirando seus olhos da leitura, e pousando-os
em Heero.
De repente, no mesmo momento, a campainha toca.
- Tá esperando alguém, Heero? – Mizuno pergunta, deixando
o livro em cima da mesa.
- Não... Poderia me fazer um favor? Abre a porta para mim...
– Heero pediu.
- Claro! – Mizuno sorriu, e saiu da cadeira.
A garota sai da biblioteca, e vai abrir a porta. Quando abre, ao mesmo
tempo em que dava um sorriso, também deu de cara com Relena.
- O que faz aqui, garota?! – pergunta Relena.
- Ai, meu Deus...
Continua...
[1] Antes de continuar com a história, quero dizer o que
houve com cada personagem, para a história não ficar meio
confusa.
= Noin foi nomeada instrutora-chefe em seleção
de novos soldados, mas ainda sim ajudava Relena nas horas vagas;
= Relena passou a ser chefe de negociações
entre a Sunrise e colônias, mas sempre que podia, tentava colher
informações do paradeiro de seu grande amor: Heero Yuy;
= Quatre permitiu que Dorothy morasse com ele para
ajudá-lo a ser um homem forte;
= Trowa continuou a trabalhar no circo, mas morava
sozinho no apartamento que comprara;
= Duo morava sozinho em uma pequena casa, e conseguiu
um bom emprego na Sunrise (um mistério...);
= Hilde trabalhava como braço-direito de
Relena, e atualmente, mora em um apartamento.
= Wufei foi morar com Sally, pois os dois perceberam
que amavam-se muito;
= Heero morava sozinho em um enorme apartamento
que comprara (um outro mistério) e com uma grande incógnita
na cabeça: "O que sentia por Relena?";
[2] Recentemente, descobri que Mizuno, além de outros
mil significados, significa beleza graciosa. Se não me engano, parece
que há em seu nome o kanji que forma a palavra "beleza";
Notas Finais: Oi pessoal, aqui é a autora...!
Bom, como esse é o meu primeiro fan-fic (do Gundam Wing), eu peço
um pouquinho de compaixão da parte de vocês, mas é
só por enquanto, por que com o tempo, isso é 100% garantido,
eu melhorarei as minhas técnicas de criação para capítulos
perfeitos.
Enquanto isso, contentem-se com o que eu escrever...
E, se você é um leitor ou um otaku de Gundam Wing responsável
e admirador desta maravilhosa série, certamente não vão
deixar de presentear os autores de fics Gundam com enxurradas de e-mails.
Confiem em mim, não há autor no mundo que não
goste de saber o quanto leitores admiram seus trabalhos. E se quiserem
contribuir com o meu desenvolvimento, é só mandarem um e-mail
para mim!!
E não se preocupem, por que é também 100% garantido
que seu e-mail será respondido. Eu sempre respondo a todos os e-mails
que me mandam.
Agradeço aos que me apoiaram e me inspiraram a escrever este
fan-fic.
Obrigada para a Angel, a minha critica, que também
me ajudou e me forneceu muitas imagens kawaii para mim poder fazer os novos
personagens.
Um obrigado especial para a Megumi-chan , que ajudou
Mizuno, Mike, Saori, Sayuri e Ken a virem à luz.
Obrigada a Lilu, que me apoiou e me deu várias
idéias novas.
Um outro obrigado para a Sayo, que também
ajudou-me muito a fazer este fic ganhar vida.
Obrigada e um oi muito especial para a Suky, por
me atender sempre que consegue.
Um super oi para a Arthemysis, amigona... E para
a sua irmã virtual!
Beijocas bem grandes para a Yuki, a Sakura_mail,
o Leandro e o CRBM, todos fãs do meu fic, e meu super amigos.
Um Muitíssimo Obrigado a todos que neste
momento estiverem lendo este capítulo e todos os outros que virão
a fazer parte dos leitores deste fan-fic.
Enfim, quero agradecer a todos que participaram
na criação deste fan-fic!!
E a propósito, sobre os erros de ortografia (os quais os leitores
sempre nos lembram nas mensagens), me desculpem se qualquer coisa saiu
errada, por que então foi um errinho ou simplesmente falta de atenção.
Mas, se por um acaso quiserem corrigi-los (Petit abusada...), agradeceria
de coração.
Mandem seus comentários, sugestões, criticas, cartas-bombas,
tapas na cara, o que quiserem me mandar (menos vírus) para:
petit_ange00@yahoo.com.br / white_frenzy@hotmail.com
Ou se quiserem enviar mensagens para a minha "mana" Angel, que é
uma ótima critica, já criticou vários trabalhos meus,
me ajuda sempre... É uma pessoa formidável, enviem mensagens
para:
yuki_akayzumi@yahoo.com.br
Mas apenas peço do fundo do coração que enviem
comentários. Não é tão difícil assim,
e não custa nada...
A autora, Petit Ange, agradece.
Fanfics
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