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Notas: Dessa vez quem vai narrar é a Serena,
então qualquer palavrão, erro de português (Ops, japonês)
é com ela, não comigo! Hehehehe, tadinha da pobre Sere-chan.
Yo soy muy maligna, HAHAHAHAHA!!!!!!!!!!!!!!!!
A Noite dos Sonhos de Serena! Ou Não?
Capítulo 5: Nossa filha Serena
Hoje acordei muito tarde, Darren havia saído para trabalhar no
hospital. Notei que estava sozinha e me desesperei, estava com 8 meses
de gravidez e eu tinha medo de ficar sozinha, não saberia o que
fazer se eu começasse a me sentir mal e tivesse que ir ao hospital.
Peguei o telefone e liguei para a minha mãe, ela me disse que iria
ficar comigo, pra eu ficar calma. Tudo bem, ela teve muitas razões
para me dizer para eu me acalmar talvez o fato de eu ter ligado para ela
e...
“Alô” era minha mãe
- MÃE, O DARREN ME DEIXOU AQUI SOZINHA, ELE SABE QUE TENHO MEDO!!!!!!!!!!!!!!!!!
– gritei
“Calma” eu comecei a chorar “Me diz, você me ligou para me pedir
companhia?” ela disse com doçura para mim, tanto que eu parei de
chorar
- Sim. Eu fico com medo de sentir alguma coisa.
“Olha, o seu pai e o seu irmão saem de casa dentro de uns 15
minutos, eu vou arrumar a cozinha e vou aí te ver”
- Promete.
“Claro” disse minha mãe “Ah, lembre-se de dar um torra no Darren”
- Sim – eu disse e sorri
“Se sentir algo, toma muita água, mas sem pressa. Se você
se sentir muito mal, me ligue imediatamente”
- Ta, valeu mãe.
“Se sentir que o bebê está prestes a nascer, ligue para
o seu pai e pesa para ele te buscar, diga tudo a ele”
- Ta.
“Um beijo e até daqui a pouco. Ah fique calma.”
- Tchau mãe – e desligo
Eu me senti meio tranqüila. Mas algum tempo depois minha barriga
começa a me incomodar, vai começando a doer cada vez mais,
eu faço o que minha mãe falou, vou bebendo água, até
não agüentar mais e vomitar tudo. Eu tento chegar ao telefone
para chamar minha mãe, mas antes de chegar lá, desmaio.
Depois de desmaiar não vejo mais nada, tudo o que vejo, ou melhor,
ouço, é a campainha tocando, eu tento me levantar, mas meu
corpo está pesado. Tendo dizer algo, mas minha voz não sai,
ao invés dela sai mais vomito, o pior é que só vomito
água, minha vista está meio turva.
A campainha para de tocar, me desespero, me lembro de algo: MEU BROCHE!
Se eu me transformasse em Sailor Moon, conseguiria chegar à porta,
por sorte meu broche estava lá. Eu me transformo, vou até
a porta destranco, me destransformo e só vejo a minha mãe
antes de desmaiar novamente.
Novamente eu acordo, não ouço ninguém falando
comigo, não posso ver também, já que não conseguia
abrir os olhos devido à claridade, o que será que eu tenho
afinal?
- Onde estou? – é tudo que consigo dizer, me sentando sem abrir
os olhos
- Serena?! – a voz do Darren
- Me diz se você está bem. – minha mãe estava lá
também
Abro a boca para responder mais nada sai. Abaixo minha cabeça
e começo a abrir os olhos. Daí vejo:
- Minha barriga. O que aconteceu com meu bebê? – gritei sem levantar
a minha cabeça
- Calma... – diz minha mãe
- Como calma, o que houve com ele? – finalmente levantei a cabeça,
lá estavam meu pai, minha mãe e o Darren, minha vista estava
meio turva devido às lágrimas, então não pude
ver onde estava.
- Não aconteceu nada – diz o Darren – Nossa filha está
bem.
Daí, as perguntas estouraram na minha cabeça, não
sabia o que perguntar primeiro, tinham tantas, como “Onde ela está?”
“Como ela é?” “Onde estou?” “A quanto tempo estou dormindo?” “Uma
filha? É uma menina?”, mas resolvi resumir em:
- O que aconteceu? – disse baixo
- Bem... – disse minha mãe, desconfiei que ela iria me responder,
já que ela viu tudo - eu cheguei na sua casa e toquei a campainha
durante 15 minutos, eu já ia embora, pensando que você tinha
ligado para o Darren e ele havia ido buscá-la, quando você
abriu a porta e desmaiou no meu colo. Liguei para o Darren desesperada
com o seu estado e ele me pediu para esperar que ele ia nos buscar.
- Quando eu recebi o telefonema, fiquei desesperado, Sere, nem eu sei
direito o que aconteceu, só sei que corri o máximo que eu
pude para nossa casa. Quando eu cheguei lá vi seu pai e sua mãe
chorando. Pegamos você e te trouxemos para cá...
- Onde estou? – perguntei baixo novamente
- Você está no hospital Sere. Bom, quando chegamos, te
fizeram inúmeros exames, descobriram que você estava tendo
um problema no útero. Nos aliviaram dizendo que seu bebê não
tinha morrido e muito menos você, mas estavam muito mal. Nos perguntaram
se nós queríamos arriscar fazer o parto e nós dissemos
que sim – disse Darren perdendo a voz
- Não vimos a hora passar depois – meu pai continuou vendo que
Darren tinha se cansado de falar sobre aquilo – Passaram-se muitas horas,
no mínimo umas duas horas. O médico saiu da sala dizendo
que você havia resistido e que se recuperar não seria problema,
apesar de que iria demorar um pouco. Eu os perguntei quanto ao bebê,
então responderam que você tinha tido uma filhinha e que ela
havia nascido com saúde apesar de fraquinha.
- Há quanto tempo estou dormindo?
- Faz quatro dias. – disse meu pai
- E minha filha?
- Está ótima. Quer vê-la? – perguntou Darren –
deve estar querendo conhecer a mãe e experimentar seu leite
- Eu adoraria ver minha filhinha – eu disse sorrindo – Ei espera aí.
Disse leite?
- Isso mesmo, é natural das mães darem leite aos filhos.
- Mas eu não sei...
- Com isso não precisa se preocupar. Eu sei e te ensino – disse
minha mãe
Alguns anos depois, na minha casa:
- Mamãe, me dá essa boneca? – disse uma linda menininha
de cabelos rosas que andava conosco
- Hoje não meu amor – diz Serena, minha filha
- Vamos lá! Estão esperando a gente – diz Darren
- Vamos Serena – digo sorrindo
- Mas...
- Outro dia a gente compra. Vamos Rini.
- Ta bom.
Eu, Darren e Rini vamos caminhando, até chegar no templo Hikawa,
onde Rey, Amy, Mina e Lita estavam esperando eles com seus maridos e filhos.
Quando eu disse alguns anos, quis dizer 8 anos.
- Oi Sere – diz Amy quando chego lá, ela está segurando
um pequeno bebê no colo que mamava em seu seio
- Oi – eu disse sorrindo
- Olá Rini, Serena, Darren – disse Rey com uma voz cansada,
percebi seu filho de 6 anos emburrado num canto e vi que eles tinham brigado
- Como vai Rey?
- Nenhuma novidade.
- Ei, Rini, vêm ver uma coisa – disse Lita – Fiz uns doces, você
quer? Taishi e Nakô não quiseram – (Taishi é filho
da Rey e Nakô é filho da Mina)
- Eu quero! – sorri vendo o quanto Rini se parecia comigo
- Onde está a Mako? – perguntei notando a ausência da
filhinha da Lita
- Lá fora. Anda meio resfriada. Está pegando um ar.
- Sei, sozinha? Deveria estar com ela.
- Você é muito protetora, ela não está tão
mal assim.
A filha da Lita tinha 4 aninhos, era muito doce, gostava muito dela.
- E você Mina? Não vai me cumprimentar?
- VOCÊ INTERROMPEU MEUS PENSAMENTOS!!!!!!!!!
- No estava pensando de tão importante.
- Sei lá. No bebê, na minha carreira – Mina tinha um filho
chamado Nakô e estava grávida de uma menina, tinha 8 meses
de gravidez, ela era uma cantora
- É tudo o que pensa agora.
- Cale-se Nakô!
- Então é por isso que Nakô está emburrado
hoje?
- Sim, ele é muito ciumento.
- Não sou.
- É claro que é.
- Parem os dois.
- Vou ver a Mako – disse Rini
Enquanto Rini foi ver Mako, eu fui discretamente para fora do templo
e fiquei relembrando dos bons tempos de Sailor Moon. Que eu era jovem e
comparei com o agora. Minha filha era tudo para mim, naquela época
eu, apesar de nunca confessar, amava ser Sailor Moon e lutar, minha vida
era a coisa mais estranha, mas era emocionante.
Notas: O que acharam, ficou bom o final?
Sailor H
Capitulo
04 / Fanfics
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