Battousai ou Kenshin?  
Notas da autora: 
Bom, lá vamos nós de novo! Mais um capítulo de nossa jornada... A cada capítulo a nossa história está ficando cada vez mais séria, e eu que sou um pouco sentimental, confesso que será um pouco 'complicado' escrever os próximos capítulos, mas, prometo á vocês, leitores que darei o melhor de mim! Quero agradecer á todos os que estão lendo e dizer muito obrigada pelo o apoio! Agora, chega de conversa e boa leitura!
Obs: Os personagens de Rurouni Kenshin não são meus, isto é apenas uma homenagem que ofereço ao autor deles e aos leitores e fãs do anime e mangá. Mas, a história é de minha autoria.

Email: aromanticarjc@bol.com.br
() = Opinião da Autora.
"" = Falas dos personagens.
'' = Pensamentos dos personagens.

BATTOUSAI OU KENSHIN ?


Rafinha Himura 
aromanticarjc@bol.com.br

Capítulo 3: Yin e Yang.
 
 

A quietude pairava nos cômodos daquele lugar, os olhos se entreabriram devagar tentando assimilar o que 
estava ocorrendo, colocando as mãos entre esses, a fim de tentar ajudar a se despertar. Uma atmosfera densa de 
solidão a impregnava, afinal o que estava acontecendo? Mergulhou-se em suas lembranças, imagens vagas possuíam suas memórias, até que se deparou com a última delas, dois olhos verdes, que demonstravam vazio e uma forte dor no estômago.

Era isso... Havia sido levada para algum lugar desconhecido... Não gostava do fato de não saber onde estava, isso lembrava o sofrimento que tinha passado com Enishi Yukishiro, não queria mais sofrer... Lágrimas começam a brotar dos olhos azuis, imaginando não poder sair deste lugar desconhecido com vida... Imaginando, simplesmente não ver aquele a quem tanto amava...

Kaoru - "Kenshin...".

Amanheceu novamente no dojo Kamiya, um silêncio incômodo e profundo dominava o lugar que antes, era tão 
vivaz e alegre. Os habitantes de lá estavam extremamente preocupados, Yahiko depois que havia chegado, não dizia uma palavra... Sanosuke tentava em vão animar aos outros dizendo que não deviam deixar de procurá-la, mas, o 
estado mais crítico era o do andarilho... 

Megumi tentava começar uma conversa com ele, mas, sem sucesso... O ruivo era impessoal, respondia com 
monosílabas... Apenas, sim ou não, o 'senhorita e este servo' tinham sido esquecidos no vocabulário dele... 
Isso estava deixando a médica, definitivamente, muito preocupada... Kenshin se encontrava muito abatido, seu 
rosto estava melancólico, digno de pena... Ela se aproximou do rurouni mais uma vez, para tentar novamente 
animá-lo...

Megumi - "Kenshin, você precisa descansar... Não pode ficar neste estado... Se deseja realmente resolver este problema, precisa estar descansado para poder agir...".

Novamente ele ficava mudo, não dizia uma palavra sequer, estava perdido em suas lembranças, nas quais 
somente reinava ela... Sua doce Kaoru... Como ele se culpava... Não se perdoava por não ter impedido que a 
levassem... Por isso, não havia sequer pregado o olho na noite passada... Sim, Kenshin não tinha conseguido 
dormir, não podia... Kaoru estava desprotegida... Sozinha... Num lugar qualquer em que não sabia aonde se encontrava... Isso o matava devagar, a cada segundo que passava sem ela ao seu lado...

Megumi - "Kenshin, você está me escutando?". 

A voz da médica finalmente, tinha alcançado seus sentidos... Megumi o olhava com extrema preocupação, o que o fazia perceber que estava deixando o terreno aberto para perguntas... Foi um assassino, como pôde deixar que os sentimentos dele o levassem até esse ponto? Até onde estava envolvido com a mestre do estilo Kamiya Kasshin?

-'Você a ama... Você a ama, rurouni imprestável...'.

O que significava isso? Será que ele havia ficado louco? Uma voz familiar ecoava em sua consciência... Poucos 
segundos foram suficientes para distinguir quem era...

-'Você novamente na minha vida?! Te expulsei á doze anos atrás! O que quer?'.

-'Como pôde deixar que ela escapasse por entre seus dedos? Você é mesmo desprezível!'.

-'E você não tem nada com isso!'.

-'Claro que eu tenho, afinal, tenho que admitir que faço parte de você... Um dia, Kenshin, não será mais capaz de me deter, e a profecia de Jin'e se cumprirá... "Um retalhador é sempre um retalhador até o dia de sua morte" e não há nada que você possa fazer para mudar isso, rurouni...'.

-'Espere!'.

-'Nos falaremos de novo...'.

Megumi - "Kenshin! Kenshin! Está me ouvindo? Me responde, Kenshin!".

Kenshin começou a ouvir gritos estridentes e desesperados da médica á sua frente, ele, pouco a pouco, começou á distinguir as coisas á sua volta. Vendo a preocupação com que Megumi o olha, ele tenta confortá-la.

Kenshin - "Senhorita Megumi, não precisa ficar tão preocupada... Este servo, está bem... Só estava distraído... Os outros já acordaram?".
Megumi - "Sim, Kenshin... Eles estão tomando o café da manhã...". (Bom, eu não sei se diz 'café da manhã' 
mesmo, pois, o 'café da manhã' no Japão é um 'almoço' para nós, brasileiros! Se estiver errado, por favor me 
desculpem, leitores!).
Kenshin - "Ótimo... Eles precisam estar preparados para o que há de vir...".
Megumi - "Mas, Kenshin... Você também deveria comer, descansar, também precisa estar disposto...".
Kenshin - "Não precisa se preocupar com este servo, senhorita Megumi... Eu não sinto apetite, além do mais, 
a senhorita Kaoru está nessa situação por causa deste servo...".
Megumi - "Kenshin, você está se preocupando demais... Você não tem culpa de nada, e se Kaoru te visse falando isso, ia brigar com você! Precisa se cuidar exatamente por ela, para estar disposto, quando for salvá-la.".

Aquelas palavras que acabam de ser ditas, terminavam com as poucas chances que Megumi tinha com o 
andarilho. Ela tinha consciência que Kenshin nutria um carinho muito especial pela mestre na arte do estilo 
Kamiya Kasshin, mas, antes ela não queria dar o braço á torcer... Sabia, e tinha certeza naquele exato instante, 
que o coração do rurouni se preocupava com ela, e soube reconhecer a derrota...

Por mais que doesse em sua alma, deixaria o caminho vago para que os dois fossem felizes... 
Implicava com Kaoru sim, para mostrar o quanto suas ações implicavam nas atitudes de Kenshin, para que assim 
ela pudesse perceber o quão importante ela era para a vida do rurouni. Mesmo ele não deixando explícito isso, 
mesmo ele não reconhecendo, a médica sabia que ela era muito especial para Kenshin...

Megumi exibia um olhar suplicante, Kenshin se viu forçado á ter que aceitar as sugestões dela, ainda 
mais não queria deixá-la preocupada com os seus problemas. Suspirou resignado, ia comer para se reabastecer, aquele dia estava apenas no seu início, e demoraria muito para ser terminado...

Kaoru - "Aonde será que estou?".

Esta era pergunta que vivia martelando a cabeça de Kaoru, sabia naquele momento que tinha sido seqüestrada, mas, por que motivo? Estava receosa no que deveria fazer, resolveu pensar um pouco antes de ter decisões precipitadas... Olhou para a porta, parecia estar trancada, chegou mais perto da maçaneta e colocou sua mão sobre esta, sim, ela estava trancada... Não havia nada á ser feito, apenas esperar...

Odiava essa sensação de inutilidade, nada podia fazer para se livrar daquela prisão, na qual estava agora, incumbida de permanecer. As janelas estavam trancadas assim como a porta, encostou de leve as mãos 
sobre a cortina que encobria as janelas e observou o sol dar os primeiros sinais da manhã. Como era maçante... 

Kaoru se sentia um estorvo, não servia para nada, tinha sido alvo dos 'prováveis' inimigos de Kenshin e estava servindo de isca para o seu amado assim como tinha servido várias vezes, como com o Jin'e, como se sentia culpada... Como se sentia péssima, não servia de nada para o andarilho... Naquele momento ela teve certeza, era um peso na vida de Kenshin...

Kaoru - "Ah Kenshin, me perdoe...".

Lágrimas voltam a encher a face delicada da jovem mestre de kendô... Como podia ser tão imprestável? 
Nunca Kenshin iria sentir algo por ela, nunca ela podia sequer pensar na possibilidade de ele olhá-la com outros 
olhos, com certeza ela era muito pouco para ele... Kaoru é retirada de seus pensamentos por ouvir um barulho na 
porta... Alguém estava destrancando-a, sentiu um frio percorrer á sua espinha, quem quer que seja não era seu 
amigo...

Yahiko - "Aonde está indo Kenshin?".

Kenshin pára na saída do dojo, queria resolver seus problemas sozinho... Yahiko estava demasiadamente 
preocupado com sua mestra, não queria admitir, mas, estava... Queria ajudar á procurá-la, nem que para isso 
tivesse que permanecer acordado á noite toda, o andarilho sabia do afeto que o aprendiz carregava por 
sua mestra, por isso, não pôde ignorar o chamado do pequeno amigo...

Kenshin - "Este servo tem idéia de quem seja o seqüestrador da senhorita Kaoru, mas, ele vai sair para buscar mais informações...".
Yahiko - "Eu vou com você!".
Kenshin - "Não, não vai não...".
Yahiko - "Kenshin... Mas, por que? Também quero ajudar!".
Kenshin - "É muito perigoso, é melhor que fique aqui com a senhorita Megumi, esperando notícias. Talvez, a 
senhorita Kaoru volte e eu quero que você tome conta da casa, entendeu?".

Yahiko ainda quis protestar, mas, ficou sem palavras ao ver a expressão do rosto do rurouni, resolveu obedecê-lo mesmo contra á sua vontade.

Yahiko - "Tudo bem Kenshin, eu fico... Mas, eu quero que depois você me explique tudo!".
Kenshin - "Este servo vai lhe manter informado, até logo!".
Yahiko - "Até logo!".

Kenshin saiu do dojo com passos apressados, sabia aonde deveria ir, somente não tinha a certeza se ia dar certo. Controlando a ansiedade, foi ao encontro de alguém no qual não via há muito tempo.

A porta do quarto estava abrindo devagar e silenciosamente, Kaoru ajeitou-se mais perto do canto de sua cama, tentou avistar algo que servisse para se defender, mas, não havia nada que servisse para tal ato. 
Começou a se desesperar, o que iria fazer para escapar daquilo?

Garota - "Bom dia, senhorita! Trouxe o seu café da manhã e roupas... Sinta-se á vontade!".

Kaoru ainda meio desconfiada, não sabia se podia confiar ou não naquela garota que acabava de entrar no 
seu quarto, depois de fitá-la por mais um tempo, viu não havia nada de perigoso com a menina. A única coisa que 
carregava consigo era um belo sorriso cativante, sendo assim, Kaoru retribuiu a gentileza com outro sorriso.

A garota ia se retirar do quarto, quando sentiu o leve puxar de sua roupa, Kaoru a encarava com um semblante tranqüilo.

Kaoru - "Por favor, poderia me informar onde estou?".
Garota - "Infelizmente não, senhorita... Tenho ordens para não dizer nada, me desculpe...".
Kaoru - "Não se preocupe, eu já esperava por isso... Ah, pára de me chamar de senhorita! Me chamo Kaoru, e você? Como é o seu nome?".
Garota - "Me chamo Kaho (Essa é para quem vê Sakura Card Captors! Ha, ha, ha! Como podem reparar, esse personagem não existe em Rurouni Kenshin, eu a inventei para dar um rumo á estória... Mas, o nome dela já existe, é a Kaho Mizuki, ou a 'professora Mizuki' do anime da clamp!), 
senhorita Kaoru...".
Kaoru - "Ora, sem cerimônias, está bem? Me chame apenas de Kaoru!".
Kaho - "Sim, senho... Quero dizer, Kaoru!".

As duas começaram a rir e a conversar animadamente, falam sobre diversas coisas, até que chegam á um ponto sem volta.

Kaoru - "Kaho, o que acha que vão fazer comigo?".
Kaho - "Sinceramente, não sei... Vim para cá contra a minha vontade também, meu pai era viciado em jogos e 
perdeu uma aposta com o senhor Yamamoto... Por isso, vim parar aqui, de início não gostava, agora estou tentando suportar, mas, é muito difícil...".
Kaoru - "Temos que arranjar um modo de sair daqui, Kaho! Não podemos ficar presas aqui pela vida toda!".
Kaho - "Kaoru, escuta uma coisa... Eu também quando cheguei aqui, quis sair... Tentei alguns meios, mas, 
nada deu resultado, e como resultado de minhas falhas, eu pagava um preço muito caro! Não quero que passe pelo mesmo sofrimento...".
Kaoru - "Do que está falando?! O que esse homem fez com você?!".

Lágrimas começam a encher os olhos da serviçal, que abaixa á cabeça em resposta á pergunta feita por Kaoru. Nesse momento, um homem se aproxima da porta e encontra os olhos de Kaoru, seus olhos... Os mesmos da última vez, verdes e sem expressão, lembrava muito o Aoshi (Que cá entre nós, é 'tudo de bom!'.) mas, este tinha uma expressão mais compenetrada.

Kaoru encarava o sujeito, queria desvendar o que fazia aquele homem tê-la pego daquela maneira, ele ficou 
calado por alguns segundos, antes de começar a falar.

Yamamoto - "Pelo que vejo, está sendo bem tratada... 
Isso é ótimo!".
Kaoru - "Quem é você?".
Yamamoto - "Calma, não precisa ir com tanta sede ao pote... Kaho, deixe-nos á sós...".

A mestra do estilo Kamiya Kasshin exibia um olhar suplicante para a nova amiga, mas, nada ela podia fazer... Kaho, apenas abaixou á cabeça em tom de consentimento e saiu do quarto, deixando uma Kaoru apavorada, e um Yamamoto sedento de vingança... Naquele instante, Kaoru só pediu mais uma vez para ver seu rurouni novamente...

Kenshin parou em frente á um prédio, e sentiu uma sensação estranha percorrer todo o seu corpo, apossou-se dele de novo uma voz suplicante, num pedido de socorro... Era ela, Kaoru... Um ódio e um sentimento 
de revolta o envolveu, seus olhos com um brilho estranho, um misto de dourado com o violeta... Estava 
num impasse, seus dois lados estavam se atracando dentro de si, querendo um se sobrepor ao outro...

Kenshin - "Não tenho tempo para isso, preciso agir depressa para salvar Kaoru...".

-'Não há mais tempo, rurouni...'.

-'O quê?!'.

-'O mal já está feito...'.

-'Do que está falando?!'.

-'Logo vai saber, Kenshin... E vai se arrepender de não ter me ouvido antes, seu ser desprezível...'.

-'Se sabe algo, fale logo de uma vez...'.

-'Somente não se enxerga algo que não queira ver, rurouni...'.

-'Não... Não pode ser o que estou pensando...'.

-'Encontrará as respostas em breve, andarilho... Ha, ha, ha..'.

Kaoru acordava em sua cama, seus amigos do dojo se encontravam todos lá, menos Kenshin... Ela foi até onde Megumi estava, provavelmente ele deveria ter ido ir pescar... Havia tantas pessoas em sua casa, precisavam 
providenciar um almoço grande para comportar á todos...

Kaoru - "Megumi, aonde está Kenshin?".

Megumi vira-se para Kaoru, olhos tristes, 
cobertos por grossas lágrimas que pareciam ter acabado de cair...

Kaoru - "O que aconteceu, Megumi?".

A médica nada respondeu, apenas fitou um lado da sala no qual se concentravam muitas pessoas, Kaoru, até 
aquele momento não havia se dado conta daquela movimentação naquela parte da casa. Movida pela curiosidade foi até o local, seu coração apertou durante á cena que se seguiu...

Kenshin estava sem vida em cima de uma cama, num velório... Não... Aquilo não podia estar acontecendo! 
Foi até ele, seu corpo estava frio, a vida de seu amado rurouni havia chegado ao fim, e ela nem tivera coragem 
de declarar seus verdadeiros sentimentos...

Kaoru - "Kenshin... Não! Isso não pode estar acontecendo! Me responda, Kenshin! Me responde!".

Nenhuma reação, ele continuava imóvel ás iniciativas dela... Ela chega mais perto da face dele e lá o beija, depositando naquele gesto todo o amor nunca conseguiu demonstrar á ele... Inconsciente de seus atos, começa a sussurrar para ele, para que assim a sua alma possa ouví-la...

Kaoru - "Você não pode ter me abandonado, Kenshin... Você me prometeu que estaria sempre do meu lado, por que quebrou a promessa? Por que me deixou sozinha, Kenshin?! Por que, meu amor? Eu te amo...".

Fecha os olhos repletos de lágrimas segurando com força a roupa do corpo de Kenshin. Todos os que estão no enterro, se voltam para Kaoru com os olhos cheios de ódio.

Yahiko - "Você é a culpada, Kaoru!".
Megumi - "É por sua culpa que o Kenshinzinho está morto!".
Kaoru - "Não... Não pode ser, mas, eu...".
Sanosuke - "É verdade! A donzela merece á morte! Alías, ela nem é mais donzela!".
Kaoru - "Mas, não foi culpa minha! Foi aquele desgraçado quem me forçou... Eu não pude fazer nada!".
Tsubame - "Você deixou o Kenshin morrer!".
Tae - "É mesmo, a culpa é sua! Ainda dizia que o amava!".
Kaoru - "Mas, eu o amo! Não estava mentindo!".
Yahiko - "Só que não acreditamos em você!".
Misao - "Assassina!".
Aoshi - "Assassina!".
Seiujuro Hiko - "Assassina!".
Saitou - "Assassina!".
Otai - "Assassina!".
Kaoru - "Não! Eu não sou assassina!".

Nesse momento, Kenshin se levanta da cama, e olha para Kaoru com desprezo e nojo, virando-se ao seu 
encontro...

Kenshin- "Eu te odeio! Você é uma assassina!".
Kaoru - "Não, Kenshin... Não pode estar falando isso!".
Kenshin - "E ainda diz que me ama, sendo que se deitou com outro... Francamente Kaoru, não seja tão fingida!".
Kaoru - "Mas Kenshin, você sabia que eu não queria... Foi ele quem me forçou!".
Kenshin - "Não quero escutar mais nada de você, Kaoru... Já disse, eu te odeio... Você é uma vadia! Ha, ha, ha!".
Kaoru - "Não Kenshin... Espera!".

Kenshin e os outros desaparecem numa nuvem negra que os envolve de repente, Kaoru fica estirada na 
escuridão, aos prantos... Estava sozinha...

Kaoru - "Não! Eu não quero ficar sozinha! Por favor Kenshin, não me deixe...".

Assustada Kaoru se levanta da cama, era apenas um pesadelo... Estava em casa... Quando olha em volta, a 
decepção, não estava em casa e sim naquele mesmo local desconhecido... Era madrugada e provavelmente não iria conseguir mais dormir... Resolveu ficar sentada na beirada da cama...

O sonho... A praticante de kendô não parava de pensar nele... Será que ela valia o sacrifício da vida 
de Kenshin? E o que os outros disseram? Ela não era mais donzela? Fora isso que Sanosuke havia dito para ela no sonho... Estava receosa, mas, era melhor saber do que ficar para sempre na incerteza...

Depois de muitas horas de caminhada, Kenshin chega finalmente ao local... Era situado entre algumas ruas 
escuras, mas, sabia que quem procurava estaria ali. Sem demora, passou despercebido por alguns guardas... 
Chegando á um gabinete muito escuro, iluminado apenas por uma única vela... Um vulto se sobrepunha na 
escuridão, olhando diretamente nos olhos do rurouni...

Vulto - "O que faz aqui, battousai? Faz muito tempo...".
Kenshin - "Tenho assuntos muito importantes á tratar... Preciso de seus serviços...".
Vulto - "Sabe que para tudo há um preço, não é?!".
Kenshin - "Estou disposto á pagá-lo...".
Vulto - "Ótimo, me acompanhe...".

 Devagar, Kaoru se levanta de cama aonde se encontrava segundos antes... Os olhos dela começam a se desabar em lágrimas quando tem a confirmação do que suspeitava... O lençol que cobria a sua cama estava sujo de sangue...

Kaoru - "Não... Não pode ser...".
 

Continua...
 
 

É gente mais um capítulo acabou... E confesso que está ficando cada vez mais difícil, está me dando uma pena 
fazer a Kaoru e o Kenshin sofrer desse jeito... Acho que depois que acabar com este fic ficarei com trauma! Pra 
quem não entendeu as partes em que aparecem as palavras em itálico, é o Kenshin falando com o battousai... Pois, é nisso que vai envolver a estória do meu fic! Estenderam?
Não preciso implorar, mas, imploro! Pelo amor de Deus, eu preciso de e-mails com opiniões, críticas, qualquer 
coisa do gênero! O e-mail está lá em cima! Gente, é sério... Se não me mandarem nenhum eu paro no penúltimo 
capítulo... Ah, bem fui dia 29 e 30 de novembro ao "Anime Shinta" e foi super legal! Lá eu comprei uma 
blusa do Kenshin e um Cd também, de mais, não é? Além de ver os cosplays que foi bastante divertido!
Bom, não preciso nem dizer que o próximo capítulo terá mais ação! Será que Kenshin vai encontrar Kaoru? Quem será o vulto que apareceu para o Kenshin? E a Kaoru? O que será que aconteceu com ela para que ficasse tão desesperada? Isso e outras coisas na semana que vem... 
Morram de curiosidade, enquanto isso, valeu? 
Vou terminando a seção de 'babozeiras' por aqui! 

Beijinhos e até o próximo capítulo...
 
 


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